Hinos

Músicas e hinos tem sempre sido uma parte integrada da história da Igreja Mórmon. Os Mórmons acreditam que “a canção dos justos é uma prece para [Deus], e que será respondida com uma bênção sobre as suas cabeças” (ver D&C 25:12). A música é usada para trazer a reverencia e o Espírito para as reuniões. Os hinos podem ser tão poderosos quanto às escrituras, e os membros da Igreja são encorajados a usá-los como os grandes textos religiosos que eles são.

Emma Smith, a esposa de Joseph Smith, compilou a primeira coletânea de hinos. Essa coletânea foi chamada de Uma Coleção de Hinos Sagrados para A Igreja dos Santos dos Últimos Dias. Em 1830, Emma Smith foi chamada pelo Senhor para fazer esse trabalho. Em Doutrina e Convênios 25:11 podemos ler “E também te será concedido fazer uma seleção de hinos sacros para serem usados em minha igreja…”. Esse mandamento foi dado apenas três meses depois que a Igreja foi organizada. A compilação tinha 90 músicas. Somente as letras foram impressas no livro, e durante as reuniões eles cantavam as letras com várias melodias conhecidas. Frequentemente cantavam diferentes letras com a mesma melodia.

A compilação de Emma Smith serviu para a Igreja por muitos anos; algumas vezes, novas canções eram adicionadas. Em 1886 o presidente da Igreja, John Taylor, pediu a cinco músicos SUD proeminentes para fazer melodias para todas as letras no livro. Três anos depois eles terminaram e publicaram o Psalmody dos Santos dos Últimos Dias. Este foi o primeiro hinário da Igreja a ter ambos, texto e melodia, para as músicas.

O hinário usado pela Igreja atualmente é chamado simplesmente de Hinos. Foi publicado primeiramente em 1985, e a versão em português contém 204 hinos; a versão em inglês contém 341 hinos, dos quais 26 são da compilação original de Emma Smith. Esse hinário é usado como o ponto inicial para a tradução de hinos em outros idiomas. Hinos foi traduzido em 21 idiomas e outras traduções estão em andamento.

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